Sua Fachada com Infiltração? Fale Conosco Agora
Atualizamos constantemente nossos registros com novas imagens, histórias e informações dos projetos que realizamos. Cada obra traz novos desafios, aprendizados e resultados que fazem parte da nossa trajetória.
Em alguns momentos, registramos detalhes marcantes da execução e da evolução dos serviços. Em outros, compartilhamos resultados que realmente surpreendem pela transformação e valorização das edificações.
Seguimos sempre evoluindo e dividindo um pouco dessa jornada com quem acompanha o trabalho da Cordas & Cores
A Cordas & Cores nasceu com um propósito simples: entregar serviços de pintura predial com qualidade e responsabilidade.
No início da nossa trajetória, como muitas empresas do setor, o foco estava na execução — transformar fachadas, renovar espaços e devolver estética aos edifícios.
Mas com o tempo, entendemos algo essencial:
A maioria dos problemas de um prédio não começa na aparência. Começa na infiltração.
Foi a partir dessa visão que a Cordas & Cores evoluiu.
Deixamos de ser apenas uma empresa de pintura para nos tornar uma empresa especializada em proteção predial.
Hoje, nosso trabalho começa antes da tinta.
Começa na análise, no diagnóstico e na identificação das causas reais de patologias como:
infiltrações
umidade
mofo
fissuras e trincas
Com isso, passamos a atuar diretamente na raiz do problema, aplicando sistemas de impermeabilização e pintura de alta performance, que não apenas renovam a estética, mas blindam o edifício contra agressões do tempo.
Atualmente, a Cordas & Cores se posiciona no mercado com um diferencial claro:
Não vendemos pintura. Entregamos proteção.
Cada projeto é tratado de forma técnica e personalizada, considerando:
As condições da estrutura
O histórico do prédio
Os pontos críticos de infiltração
E a melhor solução para garantir durabilidade
Nosso compromisso é reduzir manutenções futuras, evitar retrabalhos e gerar economia real para o condomínio.
Seguimos em constante evolução, buscando:
Novas tecnologias em revestimentos e impermeabilização
Materiais ainda mais resistentes e duráveis
Processos cada vez mais eficientes e seguros
Porque sabemos que o futuro da pintura predial não está apenas na estética —
está na engenharia da proteção.
Mais do que uma empresa.
Uma parceira na conservação e valorização do seu patrimônio.
Que incrível!
1856
No século XIX, uma das maiores revoluções da tinta aconteceu quase por acaso — e mudou o mundo para sempre.
Até então, as tintas eram feitas com pigmentos naturais raros, caros e difíceis de produzir. Cores vibrantes, como o roxo, eram praticamente exclusivas da realeza. Isso porque o pigmento mais valorizado da época, conhecido como “púrpura de Tiro”, era extraído de moluscos — e milhares deles eram necessários para produzir pequenas quantidades.
Tudo mudou em 1856, quando um jovem químico inglês chamado William Henry Perkin tentava criar um medicamento contra a malária em seu laboratório. Durante o experimento, ele acabou produzindo acidentalmente uma substância com uma cor roxa intensa e brilhante.
Em vez de descartar o erro, Perkin percebeu o potencial daquela cor. Ele havia criado o primeiro corante sintético da história: o “mauveína”.
Essa descoberta revolucionou completamente a indústria da tinta e dos pigmentos. Pela primeira vez, era possível produzir cores vibrantes em larga escala, com custo mais baixo e maior durabilidade. O que antes era exclusivo da elite passou a ser acessível para a população.
A partir desse momento, a tinta deixou de ser apenas algo artesanal e passou a fazer parte de uma nova era industrial, abrindo caminho para as tecnologias modernas que usamos até hoje — inclusive nas tintas técnicas e de alto desempenho aplicadas em fachadas e estruturas.
O mais curioso?
Uma das maiores revoluções da história da tinta nasceu de um erro em laboratório.
Desenhando com giz por todo lugar
1903
Uma curiosidade interessante é que o giz e a tinta de parede têm uma ligação direta na forma como interagem com a superfície.
O giz, feito basicamente de carbonato de cálcio (o mesmo material presente em rochas calcárias), é extremamente poroso. Quando você escreve com ele, ele solta um pó fino que se fixa nas pequenas irregularidades da superfície — exatamente o mesmo princípio que faz a tinta aderir à parede.
Inclusive, muitas tintas de parede modernas usam cargas minerais semelhantes ao giz (como calcário moído) na composição. Isso ajuda a dar corpo, cobertura e acabamento fosco à tinta.
Ou seja:
👉 O giz “gruda” por causa da porosidade da superfície.
👉 A tinta também depende disso — só que, ao invés de soltar pó, ela penetra e forma uma película resistente.
Indo mais além
1960
Uma curiosidade bem interessante sobre a tinta emborrachada é que ela funciona quase como uma “pele elástica” para a parede.
Depois de seca, ela forma uma película flexível que consegue acompanhar pequenas movimentações da estrutura — algo comum em prédios por variação de temperatura, vento ou até acomodação natural da construção. Diferente das tintas comuns, que podem rachar com o tempo, a emborrachada “estica” junto com a superfície.
💡 E aqui vai o ponto mais curioso:
Essa elasticidade permite que ela vede microfissuras de até cerca de 0,3 a 0,5 mm, ajudando não só na estética, mas também na impermeabilização da fachada.
Ou seja, não é só pintura — ela atua como uma camada de proteção contra infiltração, aumentando a durabilidade da estrutura.
Isso explica por que ela é tão usada em fachadas externas e prédios: além de deixar bonito, ela realmente protege o patrimônio.